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Verisign - Interoperabilidade MMS é o tema na newTV

20/10/2005

Representantes da Verisign explicam como a união entre as operadoras facilita a vida do consumidor


Marcelo Godoy
Daniel Reis

Na última quarta-feira, dia 19 de outubro, o programa newTV abordou um dos maiores avanços mundiais do mercado de telefonia celular e convergência que aconteceu recentemente no Brasil: a interoperabilidade de MMS ou mensagem multimídia entre todas as operadoras de telefonia móveis brasileiras.

O Brasil que possui operadoras GSM e CDMA deu um salto qualitativo na sua rede de telefonia móvel e junto apenas com o Canadá, passou a ser um mercado integrado de mensagens multimídia.

Operabilidade é definido pelo dicionário Houaiss como a qualidade ou condição do que é operável. Para o usuário de celular, este avanço significa que todos os aparelhos habilitados a enviar mensagens multimídias (fotos, vídeos e áudio) poderão trocar mensagens entre si, independente da operadora que forem assinantes. O dono de um aparelho, por exemplo, da Vivo, poderá enviar uma foto para um amigo, sem se preocupar de que operadora ele é assinante, e terá a certeza de que a mensagem chegará livre de qualquer problema. Até setembro a troca de MMS era viável apenas por aparelhos da mesma operadora.

Esse avanço no setor de telecomunicação do Brasil se deve à união das 8 operadoras móveis nacionais: Vivo, Claro, Telemig Celular, TIM, Amazônica Celular, Oi, Brasil Telecom GSM e CTBC. Elas elegeram a empresa norte-americana Verisign, especialista no fornecimento de Intelligent Infrastructure Services para a Internet e redes de telecomunicações, como fornecedora da solução.

André Gustavo Sant'Anna, diretor da VeriSign para América do Sul e Mauro Pisaneschi Azevedo, gerente de produto da Verisign, explicaram como acontece a centralizacão das conexões, o gerenciamento do tráfego e adaptação do conteúdo. A Verisign está ligada às operadoras por meio de redes privativas virtuais (VPNs) tudo funciona como um hub.

“As mensagens passam por um processo de transcodificação, que permite que os usuarios recebam as mensagens independente do padrao GSM ou CDMA”, diz André Sant’Anna.

No desenvolvimento do projeto foram testados 37 cenários diversos, que incluiram testes com fabricantes, modelos, operadoras e tipos de mensagens multimidia.

A partir dessa iniciativa o envio de mensagens multimídia se torna tão simples como a utilização do SMS, a popular mensagem de texto. Hoje todo o celular lançado já vem, no mínimo, com a possibilidade de envio de fotos. Para os convidados a interoperabilidade é uma necessidade cultural. Já que cada dia mais, as pessoas têm a necessidade de trocar mensagens multimidia, seja por lazer ou para aplicações corporativas, como seguradoras, segurança. Um novo mundo de oportunidades se abre também para os produtores de conteúdo.

Segundo o gerente de produtos Mauro Azevedo essa é uma oportunidade de negócio principalmente para investimentos que tenham o jovem como seu público-alvo. “Você cria hábitos nas pessoas. A interoperabilidade nos abre portas”, complementa Azevedo.

Afirma também que ainda na fase teste do projeto, a troca de MMS entre operadoras atingiu um crescimento percentual de 30%. “É mercado e tende a ter um desenvolvimento muito grande”, afirma o gerente de produtos.

Hoje a única limitação se restringe ao tamanho das mensagens, que tem um limite de 300 kbytes. “Mas isso com o progresso das bandas vai ampiliar muito mais”, indica Sant’anna.

Eles ainda orientam que as tarifas cobradas pelas operadoras não dependem deles, isso continua variando.

Fonte: Redação

 

 






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